Projeto de Centro de Medição Coletiva
– Aprovação Sem Exigências na Concessionária:
Garante que o projeto seja elaborado em rigorosa conformidade com as normas técnicas vigentes da distribuidora local (CPFL, Enel, EDP, Light, Cemig, Copel, etc.), eliminando recusas de analistas, idas e vindas de processos e atrasos na ligação da energia.
– Economia e Otimização de Custos com Materiais:
O dimensionamento elétrico preciso dos barramentos, cabos e disjuntores evita o “superdimensionamento” (gastos desnecessários com condutores e caixas maiores que o exigido) e o “subdimensionamento” (risco de aquecimento e reprovação técnica).
– Aproveitamento Otimizado do Espaço Físico (Recinto de Medição):
O arranjo espacial e o detalhamento das vistas frontais dos módulos garantem o melhor aproveitamento da sala de medição, assegurando a ergonomia, facilidade de leitura pelos leituristas e rotas eficientes para os alimentadores das unidades.
– Segurança Contra Aquecimentos e Paradas Indevidas:
A aplicação correta dos fatores de simultaneidade e diversidade no cálculo de demanda evita a queda de disjuntores gerais por sobrecarga quando múltiplos condôminos/unidades estiverem utilizando energia simultaneamente.
– Facilidade na Execução da Obra e Especificação de Compras:
A entrega da Lista de Materiais detalhada e homologada facilita o processo de cotação com fabricantes e orienta a equipe de montagem em campo sem dúvidas ou margens para improvisos.
– Conformidade Normativa e Regularização Imobiliária:
Projeto em total aderência às normas NBR 5410, NBR 14039 e NR-10, acompanhado da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART/CREA), indispensável para a obtenção do Habite-se, alvarás do Corpo de Bombeiros (AVCB) e individualização do faturamento das unidades.
